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eSocial: como adequar o plano de cargos e salários para implementação

eSocial: como adequar o plano de cargos e salários para implementação

Entenda quais são as mudanças que entraram em vigor em 2018 com a implantação do novo sistema de informações trabalhistas.

O ano de 2018 foi de muitas mudanças para as empresas brasileiras. Uma dessas novidades foi o eSocial, iniciativa que visa centralizar e facilitar o acesso a informações trabalhistas. Entretanto, muitas empresas ainda têm dúvida de como adequar o plano de cargos e salários para a nova realidade.

Para entender melhor quais são essas transformações, preparamos um artigo especial explicando o que é o eSocial e como as mudanças que ele traz afetam o dia a dia da sua companhia. Se você já se adaptou às novas regras, ótimo. Entretanto, se ainda está batendo cabeça em busca do melhor caminho a seguir, aqui está um direcionamento.

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O que é o eSocial?

A proposta do eSocial é simples: facilitar a vida dos profissionais de contabilidade, dos empresários e do governo. Graças ao Sistema Público de Escrituração Digital (SPED) foi possível sintetizar as informações em um só sistema. Isso significa que o eSocial é uma versão do SPED para a área trabalhista, englobando as informações acessórias enviadas por meio de declarações como CAGED, RAIS, GFIP e DIRF.

Contudo, essa substituição foi feita de forma gradual – em verdade, trata-se de um processo que ainda está em andamento e que não tem data para acabar. Por conta disso, especialmente nesse momento, é importante redobrar a atenção: algumas declarações estão mudando de formato, de maneira que todos os anos têm aparecido algumas novidades, como a questão dos planos de cargos e salários.

Adequando cargos e salários ao eSocial

A partir de agora, as empresas precisam encaminhar os registros de admissão e demissão e as informações relacionadas ao cargo, ao salário e à classificação profissional do trabalhador. Por isso, é de fundamental importância observar o código CBO (Código Brasileiro de Ocupações) que está listada na folha de pagamento.

A questão é que esse tipo de informação passará a influenciar nas cotas de jovens aprendizes e de pessoas com deficiência, além de comparativos de isonomia salarial. Ou seja, da partir de agora, não há mais desculpas para a sua empresa não reestruturar os planos de carreira, as descrições dos cargos e até mesmo as políticas internas salariais.

Se em um primeiro momento isso significa mais trabalho para os profissionais de contabilidade e para os empresários, em médio e longo prazo a ideia é que exista uma padronização que facilite o trabalho de todos os envolvidos. Tanto a empresa quanto o governo poderão ter acesso a informações padronizadas, em tempo real, sem que haja incompatibilidade entre os dados.

Adaptação é necessária: comece hoje mesmo

Entre todos os conselhos que poderíamos elencar para facilitar a vida da sua empresa, o principal deles é: dê atenção para o planejamento. É por meio dele que você deve criar um mapa de cargos, listando níveis hierárquicos, remunerações e regras para ascensão de carreira. Além de ser uma ferramenta fundamental, essas informações são cada vez mais solicitadas pelos trabalhadores, que veem as empresas que oferecem oportunidades de crescimento como sendo diferenciadas.

Definir regras claras de promoção, como prazos e metas, também é visto como um fator diferenciado pelos colaboradores. Além disso, adotar medidas como essa ajuda a evitar que existam discrepâncias de salário entre posições similares. Outro perigo que corre quem não organizar as coisas é o de ver funcionários acumulando funções distintas daquelas que estão descritas no eSocial.

O desvio de função, aos olhos da justiça trabalhista, pode ser considerado uma falha do empresário, que se acionado por vias legais pode ser obrigado a indenizar os empregados prejudicados. Se tiver dúvidas, não hesite em buscar auxílio, a Consultoria Confianza tem o Know-How para desenvolver o trabalho com toda a segurança que sua empresa precisa. Clique AQUI e peça uma visita de nossos consultores.

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